13 July 2006
10 July 2006
zizou a partir aquela merda toda
No mínimo.
04 July 2006
27 June 2006
sometimes I miss the tall buildings

Nova Iorque parece não querer sair da minha Inbox. Novidades do novo emprego de um amigo arquitecto a trabalhar em NYC:
"estou a coordenar o projecto para o novo espaco d' [o atelier]. Um loft em Chelsea num decimo oitavo piso, com uma vista fabulosa sobre Manhattan. O projecto requere mais trabalho de coordenacao entre as varias equipas do que propriamente design. Junto com este email, envio-te uma foto da maqueta e outra da vista panoramica. Em Agosto provavelmtente mudamo-nos. Es bem vinda para ajudar nas mudanças! "
Assim também eu trabalhava noite dentro.
26 June 2006
complexo de peter pan...
Alguém me explica se tenho ou não que fazer retenção na fonte?!
wanderlust
[German : wandern, to wander (from Middle High German) + Lust, desire (from Middle High German, from Old High German. See las- in Indo-European Roots).]
Regularmente quando há um jackpot nas lotarias e perguntam às pessoas o que fariam com tanto dinheiro muitas respondem que “davam à volta ao mundo”. Nunca percebi muito bem esta obsessão de “dar a volta ao mundo”. Por quanto tempo? 80 dias?
Uma vez, num ferry de Tallinn para Estocolmo conheci dois australianos que andavam há dois anos a viajar pelo mundo. Eram enfermeiros e estavam inscritos numa organização internacional qualquer que lhes permitia, quando o dinheiro faltava, trabalhar num qualquer hospital que pertencesse à tal organização.
Vinham da Estónia, mas tinham estado recentemente em Nova Iorque, já não me lembro bem do percurso por causa duma infame garrafa de tequilla derrubada a shots num mini-sombrero mas eu, que sempre me senti fascinada por NY perguntei entusiamada, e como é? Ao que eles responderam com um encolher de ombros “just another city…”...
Qual é o limite de novidade que podemos ingerir?
Também eu tenho a ambição utópica de conhecer o mundo inteiro, mas não adianta nada viajar quando não se consegue ver.
25 June 2006
sometimes I miss airports
Peço desculpa de não responder aos vossos mails mas estive de férias na Indonésia... :)
Não vou poder ir ao passeio, nessa data tenho viagem para o NY.
Beijinhos
R."
...chegou ontem na mailing list no meu e-mail
21 June 2006
15 June 2006
aviso
Mas neste blog começa a ouvir-se o eco de tão abandonado que anda... Meninos: where has your love gone?
Jessica Simpson, where has your love gone, its not in your music, no.
You need a vacation, to wake up the cavemen and take them to Mexico.
Jessica, Jessica Simpson, you've got it all wrong.
Your fraudulent smile, the way that you faked it the day that you died.
My body's in shambles encrusted with brambles that sharpen the air I breathe.
What's on the menu, Jessica can you, take down my order please.
Jessica, Jessica Simpson, you've got it all wrong.
Your fraudulent smile, the way that you faked it the day that you died.
Tomorrow gets closer, a purple bulldozer is calling you on the phone.
Your love life precedes you, your son-in-law feeds you, injections of Cortisone.
Jessica, Jessica Simpson, you've got it all wrong. your fraudulent smile, the way that you faked it the day that you died. Jessica Simpson where has your love gone, its not in your music, so where has it gone? then, Jessica...
If there's a war, I'll sleep with you before you get killed

-Why do you carry on with your virginity? Virginity is nothing! You can loose it riding a bycicle
-I never knew that. I must be careful. I'm going to get a bycicle in London
E assim, com To Die A Virgin aí está ele, o grande, o único Neil Hannon, de volta com os seus The Divine Comedy e o novo album Victory for the Comic Muse. Parece que já ultrapassou o trauma do primeiro album Fanfare For The Comic Muse, durantes anos rejeitado pelo próprio Neil e hoje objecto de culto para coleccionadores (não, eu não) e lança, oficialmente dia 19 de Junho, 11 músicas novas cheias de shalalas, açúcar, violinos e passarinhos pelo ar, com um cheirinho a Liberation, muito melhor que Absent Friends.
Agora só me resta esperar que ele decida apanhar o avião para Lisboa o mais depressa possível.
Aqui podem ouvir duas faixas de Victory for The Comic Muse o parece-que-será single Diva Lady e uma-personal-favorite The Light of Day.
14 June 2006
como aproveitar melhor o local de trabalho
Ainda a rodar insistentemente no meu gira-discos estão os Camera Obscura e sabe deus como eu sobrevivi tantos anos sem ouvir estes escoceses. A minha vida tem mais passarinhos hoje.
Do projecto Voom Voom de Peter Kruder (dos Kruder & Dorfmeister) ao novo Fundamental dos Pet Shop Boys (bom, muito bom, tão bom!), passando pelo Scale de Mathew Herbert, The Racounters, bom, Maio foi um mês muito bom.
E The Divine Comedy. Mas o Neil merece um post só para ele.
hopeless
- those are exactly the ones you should be helping
13 June 2006
birthday girl
09 June 2006
dia da entrega soundtrack
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want
I'm free to say whatever I
Whatever I like
If it's wrong or right it's alright
Always seems to me
You only see what people want you to see
How long's it gonna be
Before we get on the bus
And cause no fuss
Get a grip on yourself
It don't cost much
Free to be whatever you
Whatever you say
If it comes my way it's alright
You're free to be wherever you
Wherever you please
You can shoot the breeze if you want
It always seems to me
You only see what people want you to see
How long's it gonna be
Before we get on the bus
And cause no fuss
Get a grip on yourself
It don't cost much
I'm free to be whatever I
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want
Here in my mind
You know you might find
Something that you
You thought you once knew
But now it´s all gone
And you know it's no fun
Yeah I know it's no fun
Oh I know it's no fun
I'm free to be whatever I
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want
I'm free to be whatever I
Whatever I choose
And I'll sing the blues if I want
Whatever you do
Whatever you say
Yeah I know it's alright
Whatever you do
Whatever you say
Yeah I know it's alright.
Whatever, Oasis
e as saudades de acreditar piamente nisto...
ps.: Não sei se entenderam mas a "data de entrega" foi constantemente adiada e é um conceito cada vez mais abstracto, meaningless até. Mas parece que acabou mesmo.
08 June 2006
la crisis en portugal
Por isso cá em casa agora somos iberistas (que não me ouçam no Parlamento, mas que disparate, os deputados estão a ver o Costinha a cuspir para o chão, que mais interessa?) e vemos o telejornal... da TVE. Olé!
blog hopping #1
07 June 2006
e as nuvens lá em cima...

"Não ouvimos falar muito das nuvens que vemos aqui por cima. Ninguém acha digno de nota o facto de, algures por cima do oceano, atravessarmos a voar uma imensa ilha de algodão branco, que poderia servir na perfeção de assento a um amigo ou ao próprio Deus, num quadro de Piero della Francesca. Ninguém se levanta da cabina para anunciar com a solenidade devida que, do outro lado da janela, estamos a voar por cima de uma nuvem, acontecimento que teria feito com que Leonardo e Poussin, Claude e Constable se detivessem."
in A Arte de Viajar de Alain de Botton
30 May 2006
véspera de entrega soundtrack
But, in your dreams you can buy expensive cars,
or live on mars and have it your way
And you hate your boss at your job
well in your dreams you can blow his head off
in your dreams
show no mercy
And all your bad days will end
And all your bad days will end
You have to sleep late when you can
And all your bad days will end
The Flaming Lips, Bad Days
E as saudades da manhã de domingo...
véspera de entrega soundtrack
Play me a song to set me free
Nobody writes them like they used to
So it may as well be me
Here on my own now after hours
Here on my own now on a bus
Think of it this way
You could either be successful or be us
With our winning smiles, and us
With our catchy tunes, and us
Now we're photogenic
You know, we don't stand a chance
Oh, I'll settle down with some old story
About a boy who's just like me
Thought there was love in everything and everyone
You're so naive!
After a while they always get it
They always reach a sorry end
Still it was worth it as I turned the pages solemnly, and then
With a winning smile, the boy
With naivety succeeds
At the final moment, I cried
I always cry at endings
Oh, that wasn't what I meant to say at all
From where I'm sitting, rain
Washing against the lonely tenement
Has set my mind to wander
Into the windows of my lovers
They never know unless I write
"This is no declaration, I just thought I'd let you know goodbye"
Said the hero in the story
"It is mightier than swords
I could kill you sure
But I could only make you cry with these words"
Belle & Sebastian, Get Me Away From Here, I'm Dying
E as saudades do silêncio...
véspera de entrega soundtrack
As birds take wing
They sing through life so why can't we?
You cling to this
You claim the best
If this is what you're offering
I'll take the rain
I'll take the rain
I'll take the rain
REM, I'll take the rain
E as saudades da chuva no Verão...
vésperas de entrega soundtrack
Faz-me impressão e baralho o vulgar e o intelectual
Sinto depressão conforme perco tempo essencial
Sofro uma pressão enorme para gostar do que é normal
Deixo tudo para mais logo não sou analógico sou criatura digital
Tendo para mais louco não sou patológico como um papel vegetal
Faz-me impressão ser seguido imitado por gente banal
Faz-me um favor estou perdido indica-me algo de fundamental
Acho que o que gosto em mim o que me emotiva é uma preguiça transcendental
E em ti o que me torna em afimo que me cativa é esse sorriso vertical
como um impressão digital
Sinto-te uma fotocópia prefiro o original
Edição revista e aumentada cordão umbilical
Exclusivo a morder a página em papel jornal
GNR, Impressões Digitais
E as saudades do Frágil...
23 May 2006
http://moshimoshiii.blogspot.com/
Omedetou gozaimasu.
Domo arigatou gozaimasu a todos os que por aqui passam
Enquanto eu continuo enrolada em feltros alsfáticos e telas betuminosas deixo-vos, em jeito de agradecimento, os Green Comma, a banda que o Jann conheceu no avião para ao Japão e proporcionou grandes momentos à comunidade estrangeira de Tokyo... em concertos, no karaoke, no sushi, correndo o mundo underground de Tokyo... Para relembrar o (meu) Oriente aqui fica a lindíssima vocalista Reiko Fujikawa a cantar para vocês... Poozaa... (não faço ideia o que ela diz)
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20 May 2006
mas em tom de rebeldia vim de chinelos
17 May 2006
17
16 de maio foi o dia em q deixei o Japão. Com a diferença horária, nem sei exactamente se era mesmo 16 de maio ou quão comprido foi esse 16 de maio. Seja como for foi há um ano que deixei o Japão, foi há um ano a última vez q estive no aeroporto da portela a ser revistada na alfândega, com os amigos a suspirar de tédio pelo atraso provocado pela greve de controladores aéreos em França, lá fora a engendrar planos de libertação e cartazes "free sara san".
17 de maio é o dia nacional da Noruega. O dia em que se comemora a sua independência de 7 décadas, se veste o traje típico e tudo sai à rua em desfiles e paradas. É sem dúvida o dia mais animado do ano, mesmo que assim que o sol se põe as ruas fiquem de novo desertas (até mais que nos outros dias) e todos fujam para as festas privadas onde podem continuar a beber até cair.
Também eu pensava que o 17 de maio de 2006 ia significar a minha liberdade, pelo menos condicional, do projecto de execução, mas não, não me parece possível com a entrega adiada até ao final do mês.
Assim também continuo um pouco adiada nas celebrações de um ano neste país à beira-mar plantado.
06 May 2006
e qual é a tua disponibilidade?
Apeteceu-me dizer "pouca" mas disse "total".
Até já. Vou só ali continuar a dar cabo de um projecto de execução. Quantos são?
29 April 2006
that fresh feeling
what it is like
to be next to you.
I'm here to tell you,
that it is good,
that it is true.
Birds singing a song,
old paint is peeling,
this is that fresh
that fresh feeling.
Words can't be that strong,
my heart is reeling,
this is that fresh,
that fresh feeling.
Try, try to forget,
what's in the past,
tomorrow is here.
Love, orange sky above,
lighting your way
there's nothing to fear.
Some people are good,
babe in the hood,
so pure and so free.
I'd make a safe bet,
you're gonna get,
whatever you need.
28 April 2006
"Sara, estás muito bem posicionada"
"Por favor não me diga isso! São só duas vagas, até posso ficar maravilhosamente posicionada em terceiro lugar e ficar em terra!"
"Amanhã digo-te!"
"Amanhã?, pensei eu. E o que é que faço com os nervos o resto do dia?
Voltei para o atelier tentando trabalhar enquanto pensava amanhã, amanhã, e tudo ficará diferente. Não esperei tanto. Às 18 do outro lado da linha ouvi "Sara, foste seleccionada! Parabéns! Não te disse que estavas bem posicionada?"
Vou para o Japão?
"Vais para o Japão. Sim, mas antes tens que ir a um seminário a Paris."
Vou para o Japão? E para Paris?
"Siiiim. Passa cá segunda para assinares os papéis. Parabéns!"
E fui para o Japão.
26 April 2006
quem sabe faz a hora não espera acontecer
Cresci com os cravos, nas manifestações às cavalitas do meu pai, cresci com as histórias do fascismo, com os relatos do que era ser preso político e sempre num misto de dúvida e espanto, eu que sempre fui muito abespinhada, com o simples facto de não se poder dizer o que se pensava.
Não há comentário que mais me irrite que esses que dizem que temos que ultrapassar o 25 de Abril e banalizam as manifestações e discursos do dia. Por mim falava-se do 25 abril o ano inteiro, falava-se bem e falava-se mal, falava-se do PREC, do 25 de Novembro, das FP-25, falava-se do Salazar, da PIDE, do Tarrafal, da Guerra Colonial, dos erros, das conquistas sociais, e até dos complexos idiotas de “temos que ultrapassar o 25 de Abril” como se esquecer o Passado nos abrilhantasse o Futuro.
Ao fim de uns míseros 32 anos já não interessa, a Liberdade é já um valor tão garantido que nem o questionamos e podemos ignorar.
Ainda bem que se podem dizer tantos disparates. Eu, pelo menos um dia no ano, agradeço a todos os que morreram pela Liberdade, e a todos os que ainda morrem pela Liberdade pelo mundo fora. E nunca esquecerei o 25 de Abril que mudou a minha vida antes de nascer. Nem o Zeca Afonso.
24 April 2006
oops...para animar quem trabalha nas supostas pontes uma piadinha geek
pressionem duas vezes a letra "o" e depois enter. Não tem graça?
ihihihihih. Sou muito geek e estou em sintonia com a malta da AutoDesk.
Adenda: Parece que não funciona em todas as versões... Usualmente, no AutoCAD, quando se carrega em duas letras que não estão associadas a nenhum comando aparece qualquer coisa como "unknown command". Na versão que eu uso (2006 LT) se eu carregar "oo" aparece OOPS! ihihihihih
irasshaimase não se cansa de recomendar
[26 Abril, 14h45, Londres 1]
(Sim, hora estúpida para quem trabalha. Desculpem, se soubesse que era tão bom podiam ter tentado ir hoje)
18 April 2006
dare mo shiranai *

As ruas. As lojas de conveniência. As casas pré-fabricadas. As luzes. Os fios eléctricos pendurados por todo o lado. A cabine telefónica. Hanami. As bolas de carne. Os noodles instantâneos. O som de japoneses a comer noodles. As bicicletas. Os uniformes escolares. Sushi. Totoro. Karaoke. Apartamentos em galeria. As portas que abrem para fora. Tatami. Pachinko. Os táxis. Os comboios. As bicicletas. Haneda airport. Shinjuku. Nakayama. A voz irritantemente japonesa da mãe. Os sorrisos infantis. A inexpressividade facial. A obediência.A responsabilidade. A contenção. A solidão.
* Ninguém Sabe, filme japonês no King. Numa periferia de Tokyo igualzinha aos sítios onde vivi. Para quem gostava de ler o From Tokyo with Love... o filme é Tokyo, para lá de Roppongi Hills.
17 April 2006
5 mn de fama
Nota: Infelizmente por motivos ligados à Novis não vos pude informar que a reportagem passou sábado à tarde com o Pedro Mexia (Estado Civil), a Carla Hilário Quevedo (Bomba Inteliegente) e Franciso José Viegas (A Origem das Espécies).
16 April 2006
post declaradamente hostil contra a Sonae e contra a OPA à PT
Não vou reviver a experiência de Outubro quando, depois de 3 meses à espera SÓ demoraram um mês a ligar-me efectivamente o telefone e a internet.
Nessa altura, quando tudo parecia bem, pedidos de desculpa feitos e tudo ("Vamos oferecer-lhe duas mensalidades de telefone e tuditudo") chegam as facturas a cobrar internet em meses em que nem modem tinham entregue e pior cobraram TODAS as chamadas feitas para o 800 10 20 30, uma linha dita gratuito de apoio ao cliente ("24h 7 dias por semana para melhor o servir" - e melhor o cobrar) . Escusado dizer que foram MUITAS chamadas. Novos telefonemas, não queremos pagar por serviços que não utilizámos nem chamadas ditas gratuitas. Pois com certeza, mandam-nos esperar por um futuro contacto para esclarecer tudo.
Até há uma semana atrás, nada, rien. Entretanto o telefone funcionava, a internet também, pagámos todas as facturas posteriores que sempre pareceram correctas. Há uma semana recebemos uma chamada. Porque é que ainda não tínhamos pago as facturas de Outubro e Novembro... Rrrrrr, porque nos disseram para esperar, talvez? Coitadinha da Novis. Sentiu-se abandonada. Esqueci-me que devia ligar todos os meses para saber como estava a nossa relação. Entretanto nem um vislumbre de conseguirmos recuperar o nosso dinheiro... Nessa noite cortaram-nos o telefone e a internet. Já estou absolutamente farta de todos os Pedros, Nunos, Patrícias, esses operadores de call centers que eu respeito e não invejo o posto mas que são de uma inutilidade impressionante...
É bom saber que uma empresa que trata assim tão bem os seus clientes quer comprar a PT. Vamos ficar todos tão melhor servidos. Infelizmente eu tive um problema com a Novis mas não há garantias que uma situação destas não tivesse acontecido com qualquer outra empresa...
11 April 2006
underwater pub

Um dos meus sítios favoritos em Oslo é o Underwater Pub. No Underwater Pub (o nome vem da decoração vagamente inspirada no mundo submarino - no comments) às terças e quintas canta-se ópera. Há só um piano a acompanhar e os cantores são amadores mas bons.
Confesso aqui para o mundo que um dos meus sonhos (para a realização do qual nunca fiz nada) era ser cantora de ópera. Adoro, adoro ópera e comovo-me imenso em quase todas as que vejo (infelizmente não vou tão frequentemente quanto gostaria).
Esta foto que até me saiu bem foi tirada quando interpretavam a Barcarole do Offenbach.
10 April 2006
enquanto não me sento a escrever vamos passear por oslo outra vez
É bom saber que não bastam os quilos e quilos de neve por todo o lado. Se estivermos inspirados pelos graus negativos sempre podemos engolir um gelado e gelar por dentro também! (Apent=Aberto)Um raiozinho de sol e os noruegueses saltam para as esplanadas. Ui, 2 graus positivos e é só sorrisos e confraternizações nas esplanadas. O sol norueguês é, até meados de Maio uma experiência torturante, ele está lá, ele até brilha, mas na pele não se sente nada! Para quem torra em Lisboa em Novembro é muuuito estranho. No entanto, nunca é demais dizer que em Oslo há muito mais esplanadas e muito mais vida ao ar livre que na nossa linda capital bafejada por este clima magnífico (até começarmos a derreter em Julho).
Esta é a avenida principal Karl Johan com o palácio onde a realeza mora.
Fresca e fofa. Neve virgem. (Não, não, a seguir a tirar a foto não saltei para cima desta camada imaculada. Mas apetecia!)
Aviso aos transeuntes do perigo queda das estalactites de gelo que se formam nos telhados dos prédios. Eu levei com uma mini-avalanche (até foi divertido) mas com nenhuma espada de gelo!
31 March 2006
oslo souvenir
30 March 2006
arte pública


Há dois motivos porque eu não gosto de graffiters: o primeiro são os tags, essas "assinaturas" espalhadas por todo o lado, essa criancice de deixar a sua marca em todo o lado como um cão a demarcar território e que não passa de barulho e agressão gratuita. O segundo motivo é usarem spray em pedras, em monumentos, em igrejas. Se virem alguma vez alguma empresa especializada a limpar uma pedra suja de graffiti aproximem-se. Vejam a forma agressiva como os ácidos do spray corroem a pedra e a violência ainda maior dos métodos para remover a tinta. Eu até ouço as pedras gritar.
Dito isto há pelo menos 318623521312653 motivos para eu adorar graffiters: as cores, os temas, a maneira divertida, irónica como dão cor à cidade, como criam momentos de beleza e cumplicidade no lufa-lufa citadino...
Vi na Única do Expresso um artigo sobre um rapaz que se diverte a fotografar estes apontamentos de arte pública. São graffitis, stencils, stickers, etc. Um olho atento por Lisboa e Caldas (e se calhar mais sítios) que podem espreitar em http://fixacaoproibida.blogspot.com/.
Ps: as fotos em cima são tiradas pelo meu sushi-phone nesse antro de perdição que é o Bairro Alto.
arte pública - o mestre
28 March 2006
primeiro dia
26 March 2006
sons de cá para lá
O que me leva à pergunta mais desejada e ao mesmo tempo mais temida... como é que se põe música no blog...?
voltei de lá
Enquanto estive fora alguém podia ter feito aprovar uma lei que proibisse fumar em espaço fechados (noruega 1 - portugal 0)
voltei, voltei
voltei
Sabe mesmo bem sair à rua e não sentir a cara a enregelar...
20 March 2006
low cost rules
14 March 2006
letras norueguesas, sons estranhos
æææææææææææææææææææ
µµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµ
åååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååå
øøøøøøøøøøøøøøøøøøøøø
from oslo with love
12 March 2006
censura de estilo
11 March 2006
dos dias inquietos

Detesto despedir-me. E no entanto não consigo deixar de criar situações de partidas e chegadas.
A despedida que mais me custou foi a de Oslo. Seis meses de diversão, amizade, independência num constante hype de alegria culminaram numa dor em Portugal. Durante anos a simples menção da cidade de Oslo apertava-me o coração. Oslo é uma cidade sem qualquer encanto especial tirando ter sido uma das minhas melhores experiências de vida. O local onde confirmei que nasci para o Mundo e aprendi a pensar sobre mim e os outros. A dor de Oslo só foi minorada com a ida para o Japão, como se me queixasse da garganta e de repente ficasse com uma dor de cabeça mais forte, deixei de pensar tanto na garganta. E, no entanto, o Japão foi diferente. Talvez já avisada pela ressaca de Oslo, talvez porque o Japão é mais duro, mais difícil e me sentisse mais sozinha. Em Oslo não me preparei para o embate porque não sabia que ele existia. No Japão passei o tempo todo a tentar proteger-me dele. Não consegui.
Podiam perguntar-me se isso te custa tanto porque raio te enfias em aviões de um lado para o outro? Não consigo evitar. A minha curiosidade é mais forte. A maior parte do tempo penso que é positivo mas muitas vezes gostava de ser menos inquieta. Ou menos emotiva. E pergunto-me porque é que me custa tanto?
Numa semana apenas despedi-me de amigos japoneses para o outro lado do mundo, despedi-me do local onde trabalho e (a lembrança de oslo não era inocente) vou voltar a um dos locais onde fui feliz. Estou numa pilha de nervos criada totalmente por mim. Serei estúpida? Eu devia proteger-me mais destas montanhas russas emocionais em que me enfio mas não consigo.
Até já.
08 March 2006
viagem ao japão
07 March 2006
dos dias inquietos
dos dias inquietos
dos dias inquietos
dos dias inquietos
01 March 2006
p.s.(a.)m.d.m.
hábito estranho #5
p.s.(a.)m.d.m.
hábito (afinal não tão) estranho #4
p.s.(a.)m.d.m.
hábito estranho #3
(O que me vale é que confio muito na minha má memória)
p.s.(a.)m.d.m.
hábito estranho #2
para saberem (ainda) mais de mim
hábito (afinal não tão) estranho #1
Agora faço o mesmo com o blog.
para saberem mais de mim
Four jobs I've had:
1. Voluntária aos gritos na Expo
2. Voluntária caladinha
3. Explicadora de Português a japoneses
4. Brincar aos arquitectos
Four movies I can watch over and over:
1. Out of Africa
2. Cinema Paraíso
3. Before Sunrise
4. High Fidelity
Four places I've lived:
1. Oslo
2. Chiba
3. Tokyo
4. Lisboa, Lisboa, Lisboa
Four places I'd like to live:
1. New York
2. Estocolmo
3. Istambul
4. Barcelona
Four TV shows I love:
1. 24
2. 6 Feet Under
3. Lost
4. Sex & City
Posso continuar?
5. Seinfeld
6. CSI
7. Jack & Jill
8. Simpsons
9. E outros tantos.
Four places I've vacationed (moving from one to the other):
1. Inter-rail com as amigas (melhor parte: viagem nocturna freaky entre nice e irun)
2. Tokyo-Kyoto sozinha em 10 horas e 7 mudanças de comboio
3. Londres-Oslo com os melhores companheiros de viagem de sempre (um velhote norueguês e um americano a resmungar c os preços do alcool noruegueses - e devidamente bastecido no freeport de heathrow)
4. Tallin-Estocolmo com 2 australianos que estavam a dar uma volta ao mundo (e uma garrafa de tequilla amiga!)
Four of my favorite dishes:
1. Bife Pimenta
2. Pizza (I'm sooo easy)
3. Sopa
4. Sushi (of course!)
Four sites I visit daily:
1. Mais do que devia
Four places I would rather be right now:
1. Right now? pode parecer estranho mas estou bem onde estou.
2. Ok, ao spa em Bali não dizia que não.
Four bloggers I am tagging:
1. Nenhum e todos! Sintam-se à vontade! Queremos saber coisas!
27 February 2006
a ponte
24 February 2006
from shanghai with love
23 February 2006
segredos

Todos escondemos segredos, coisas que temos medo de dizer aos outros, que nos envergonham, humilham, assustam, que podem destruir vidas ou são tão nossos que se tornam banais ou sem sentido assim que proferidos. Há um sítio que recebe os nossos segredos. Postsecret é uma iniciativa dum qualquer Frank em Maryland que tem caixa aberta para receber todos os segredos do mundo que caibam num postal 4-by-6-inch.
O mais incrível é a empatia imediata que se sente com aquelas confissões anónimas, algumas reprováveis e impossíveis de admitir socialmente e no fundo tão humanas e tão universais.
Agora será que ao gritarmos os nossos segredos anonimamente há alguma transformação em nós? Hei-de experimentar.
É um tipo de iniciativa que nunca poderia funcionar em Portugal. Em três tempos o tal Frank era descoberto (embora a identidade do Fank não importe muito) e dava entrevistas na tv. Entretanto o Frank já tinha percebido que a miúda que tinha atropelado um cão era na realidade prima duma vizinha da madrinha que conhecia o dono do café onde o dono do cão bebia o café todos os dias. O rapaz ia reconhecer a letra da ex-namorada. Tudo estragado. Portugal é tão pequeno que nem podemos gritar os nossos segredos anonimamente.
temos então não temos
Não te queres mascarar de cowgirl lésbica comigo? É que temos de preparar a máscara.
*suspiro*
22 February 2006
junkie
Agora, cada vez que deixo 50 cêntimos no balcão de um qualquer café pela minha "dose" de cafeína lembro-me dessa cena.
21 February 2006
give me the words
That I could never forget the way
You told me everything
By saying nothing
In a manner of speaking I don’t understand
How love in silence becomes reprimand
But the may I feel about you is beyond words
Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Oh give me the words
Give me the words
That tell me everything
In a manner of speaking Semantiks won't do
In this life that we live we only make do
And the way that we feel might have to be sacrificed
So in a manner of speaking
I just want to say
That like you I should find a way
To tell you everything
By saying nothing
Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Oh give me the words
Give me the words
Give me the words
Give me the words
Give me the words
20 February 2006
crash into me
Graham (Don Cheadle) after crashing his car in an accident in Crash.
19 February 2006
brokeheart
"For to see Brokeback Mountain as a love story, or even as a film about universal human emotions, is to misconstrue it very seriously — and in so doing inevitably to diminish its real achievement.
Both narratively and visually, Brokeback Mountain is a tragedy about the specifically gay phenomenon of the "closet" — about the disastrous emotional and moral consequences of erotic self-repression and of the social intolerance that first causes and then exacerbates it."
"Their final vacation together (before Jack is beaten to death in what is clearly represented, in a flashback, as a roadside gay-bashing incident) is poisoned by mutual recriminations. "I wish I knew how to quit you," the now nearly middle-aged Jack tearfully cries out, humiliated by years of having to seek sexual solace in the arms of Mexican hustlers. "It's because of you that I'm like this—nothing, nobody," the dirt-poor Ennis sobs as he collapses in the dust. What Ennis means, of course, is that he's "nothing" because loving Jack has forced him to be aware of real passion that has no outlet, aware of a sexual nature that he cannot ignore but which neither his background nor his circumstances have equipped him to make part of his life. Again and again over the years, he rebuffs Jack's offers to try living together and running "a little cow and calf operation" somewhere, hobbled by his inability even to imagine what a life of happiness might look like. "
A fonte original e completa aqui, também via Educação Sentimental. Recomendo uns minutos de atenção.
17 February 2006
16 February 2006
travel to the future
monday monday
do suicídio dos meus neurónios
Por exemplo, muitas vezes, nas minhas actividades diárias encontro-me defronte de uma plotter (nota: para quem não saiba, uma plotter é uma impressora muito grande). As plotters são criaturas curiosas com um poder imenso. Tenho uma relação algo tensa com a minha plotter (minha é claramente um termo que posso utilizar dada a nossa relação de proximidade apesar de não ter contribuído para a sua aquisição). Ao alimentá-la com os rolos e as folhas ela dá imensas ordens: alinha as margens da folha com as linhas azuis, carrega no enter, escolhe o tipo de papel, levanta a alavanca azul, levanta a janela, baixa a alavanca azul, um sem número de ordens a que eu submissamente obedeço. Nunca falho, enrolo o que sobra do rolo, fecho a janela, faço tudo como ela manda. É então que ela começa a verificar o papel e uns olhinhos correm o papel duma ponta à outra, inspeccionando-o. Não consigo deixar de me sentir algo traída por esta falta de confiança. Eu cumpro tudo o que ela diz mas zumba ela tem que verificar o papel. Eu sou uma pessoa responsável e de confiança sua plotterzinha dum raio! Eu sei o que estou a fazer! Não te vou estragar com papel errado! O que é que eu tenho que fazer para que confies em mim???!!!
Com este tipo de pensamentos não há neurónio que resista. Eu acho que a plotter tem é ciúmes.
eu aposto que não
Mal sabia eu que, um dia, ao ir escutar um daqueles debates do "é a cultura estúpido" (em que invariavelmente adormeço, mas a culpa não é sua) iria andar a perseguir um rapazito texano pelas fnacs de Lisboa. É que há coisas a que não consigo resistir e perseguir novidades é uma delas. O Micah é realmente fantástico mas teima em não chegar às minhas mãos. Tenho entretanto aprofundado as minhas ligações com os trabalhadores da fnac mas parece-me que estes contactos priveligiados não apressam a chegada do Micah e anseio pelo dia em que estaremos finalmente juntos.
Estas coisas da internet têm bastante graça porque se não fosse isso como teria ouvido a sua sugestão? Não vou enumerar a quantidade de acontecimentos engraçados que acontecem todos os dias pela net. Até porque se calhar contam-se pelos dedos de uma mão. Ou talvez não. Pensando bem outro acontecimento engraçado foi conhecer os Três Pastelinhos (mesmo que os miúdos agora já não me liguem nenhuma) e, é verdade!, também esse encontro foi proporcionado por si Pedro Mexia! Não sabia disso claro.
É realmente engraçado este mundo mas estou a desviar-me. Agora o que nós gostaríamos de saber, houve uma aposta feita e tudo caro Pedro Mexia, porque nós levamos a sua vida a sério... foi ou não a Famalicão ouvir o Micah?
13 February 2006
Somerset
embora este blog não seja a xis
- Isso é justamente o que os hindus afirmam que nós, ocidentais, não fizemos. Acham que, com as nossas inúmeras invenções, fábricas, máquinas, e tudo o que elas produzem, procuramos a felicidade em coisas materiais. Ora, a felicidade não está na matéria, mas nas coisas espirituais. E acham que o caminho que escolhemos conduz à destruição."
in O Fio da Navalha de Somerset Maugham
so true
in O Fio da Navalha de Somerset Maugham
o que é que te faz Acreditar?
in O Fio da Navalha de Somerset Maugham
estranhas situações
in O Fio da Navalha de Somerset Maugham
e todos ficariam satisfeitos
- Isto não é motivo de orgulho, Luísa - replicou Elliott bruscamente. - Graças a uma experiência de trinta anos, posso asseverar-te que o casamento que é considerado do ponto de vista de posição, fortuna e igualdade de meio, tem vantagem sobre o casamento de amor. Em França, que afinal de contas é o unico país civilizado do mundo, Isabel não hesitaria em casar-se com Gray; ao fim de um ou dois anos, se a tal se sentisse inclinada, tornar-se-ia amante de Larry; Gray instalaria uma actriz de fama num luxuoso apartamento, e todos ficariam satisfeitos."
in O Fio da Navalha de Somerset Maugham
11 February 2006
uma vantagem de estar doente
porque nos levamos tão a sério?
Há 9 meses que me angustiava a total incerteza do (meu) amanhã. Digam o que disserem, carpe diem bla bla bla, todos precisamos de acreditar num amanhã, todos precisamos de fazer planos, de delinear estratégias, de pensar o amanhã. Se realmente vivêssemos como se não houvesse amanhã andávamos esgotados de tanta excitação e ansiedade. É preciso saber que há um amanhã, que há um ontem, que há um caminho que percorremos e que há mais pela frente e, principalmente, ver que esse amanhã não está tão encoberto. Na realidade está, obviamente (a não ser para a Maya mas é uma linha de valor acrescentado), mas é preciso acreditar que o que queremos hoje, o que fazemos hoje tem alguma repercussão no futuro.
Há 9 meses que me angustiava com a total indefinição do (meu) amanhã. Estando perante o enorme privilégio de ter na mão o meu destino (sim, pois, inebriada no estonteante poderio que um grãozinho de areia tem no deserto) não sabia que caminho lhe dar. Estava tão ansiosa com o próximo passo esquecendo-me que num caminho à tantas não se distiguem as pedras. Queria ir para fora, queria ficar cá, queria isto, queria aquilo, enfim claramente não sabia o que queria. Bem, e ainda não sei. Mas não saber não pode ser um motivo para constantemente adiar decisões, para continuar de braços caídos. Parei de me armar em parva e consegui mais um pedaço de caminho, do caminho que quero percorrer. Por agora é mais um ano num super trabalho em Lisboa! Subarashi!
Acredito que haja manifestações físicas das nossas ansiedades. Terça pus fim a uma angústia de 9 meses. Quarta reached out and touched faith. Quinta caí na cama com 39º de febre.
09 February 2006
isenção e imparcialidade. are these words familiar to you?
Incentivar a xenofobia, quem, eu?
in the mode for love

Para celebrar o concerto de ontem à noite deixo aqui esta foto do Dave Gahan para exemplificar que há homens que podem vestir camisolas manga-à-cava, coletes, botins com salto, calças justas, fatos de lantejoulas, tatuar cruzes, pôr brilhantina no cabelo* e dar concertos aos pulinhos e saltos histéricos e mesmo assim serem masculinos e sexys como o diabo.
Têm, claro, é que ser o Dave Gahan.
*Meninos, não tentem isto em casa. Nenhuma das opções. Quer dizer eu tenho um certo fetiche com camisolas manga-à-cava, mas devo ser só eu mesmo e de qualquer maneira só há um certo tipo de homens que as pode usar e eu não consigo determinar porquê. Joguem pelo seguro: Não.
nota
08 February 2006
07 February 2006
breaking news
You’re my picture on the wall
You’re my vision in the hall
You’re the one I’m talking to
When I get in from my work
You are my girl, and you don’t even know it
I am livin out the life of a poet
I am the jester in the ancient court
You’re the funny little frog in my throat
move slower
06 February 2006
todos à cultura!
Pois.
"Menina, já só temos na segunda fila! "
"Ohhh, a sério?"
"Quer ou não quer?"
Não, não quero que ainda sou muito nova para ficar vesga.
É impressão minha ou há uns anos estas coisas (i.e. programas cinéfilos temporários e esporádicos) estavam quase sempre às moscas? Seja o que for que se ande a passar ainda bem, ainda bem que tudo enche! Agora é dar-lhe mais tempo para comprar o bilhete a horas.
03 February 2006
qualidade de vida
Mas como se diz, a necessidade aguça o engenho, e a poupança faz-me andar a pé (adiando ad-eterno o meu trauma automobilístico) e almoçar frequentemente numa cantina (é claro que sou estudante de economia minha senhora, olhe aqui 2 euros microeconómicos!).
Há, no entanto, certos hábitos que custam a despegar... custa abrir mão dos cinemas, dos espectáculos, da gulbenkian, da culturgest e do ccb, de comprar os cds, os livros... É que quando nos habituamos ao luxo custa deixá-lo. Mas bolas, 15€ por um romance parece-me um assalto! Considero agora bem mais seriamente a cinemateca e os descontos à segunda e no outro dia descobri um admirável mundo novo: as bibliotecas de lisboa! Meus amigos aquilo é um espectáculo! Têm os catálogos completos disponíveis online, pesquisar é fácil e até agora, não me desiludiram (sendo que só procurei dois livros...), há a modalidade entrega-ao-domicílio, etc.
Aaahhh... tal como a neve, é incrível como a felicidade pode vir de coisas tão simples! Agora, por 15 dias tenho O Fio da Navalha do Somerset Maugham em casa. No fim do livro, já não devo estar tão feliz. Ouvi dizer que é "terrível".
30 January 2006
sobre o brokeback mountain
29 January 2006
da cidade
Fernando Távora, in Da Organização do Espaço, 1962, edições faup










