26 March 2006

voltei de lá

Enquanto estive fora alguém podia ter dito ao Zé Diogo Quintela que ele não tem jeitinho nenhum para dj.
Enquanto estive fora alguém podia ter feito aprovar uma lei que proibisse fumar em espaço fechados (noruega 1 - portugal 0)

voltei, voltei

Apesar de terem sido apenas 10 dias é muito bom saber que há amigos que tiveram saudades nossas.

voltei

É impressão minha ou está um calor dos diabos em Lisboa?

Sabe mesmo bem sair à rua e não sentir a cara a enregelar...

20 March 2006

low cost rules

O bom de voar com companhias low cost com ar manhoso e que nos largam em aeroportos a 2 horas da cidade onde queremos ir e' a liberdade das ligacoes que podemos fazer (bom, e o preco, e' verdade). Se no regresso de Oslo tenho que parar em Londres porque nao ficar uns dias para apanhar um pouco da adrenalina da cidade mais cosmopolita da Europa?

14 March 2006

letras norueguesas, sons estranhos

ååååååååååååååååååååå
æææææææææææææææææææ
µµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµµ
åååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååååå
øøøøøøøøøøøøøøøøøøøøø

from oslo with love

Ignorem stress no post anterior. stop. Em Oslo tudo fanta'stico. stop. Frio como o caracas. stop. Mas sabe mesmo bem. stop. Montes de neve por todo o lado. stop. Ryanair e' um especta'culo. stop. Nao parece que passaram quatro anos. stop. Ja' vi 2 filmes japoneses :). stop. A amizade sobrevive mesmo aos anos. stop. Oslo e' mesmo caro. stop. Mas e' que e' estupidamente caro. stop. Dizem que nao se deve voltar ao sitio onde se foi feliz and that is all bullshit! stop.

12 March 2006

censura de estilo

Nos regulamentos sobre bagagens das companhias aéreas devia haver uma cláusula especial para miúdas com 1,75m que não gostam de roupa apertada e que vão viajar para sítios onde estão cerca de 5 graus negativos.

11 March 2006

dos dias inquietos


Detesto despedir-me. E no entanto não consigo deixar de criar situações de partidas e chegadas.
A despedida que mais me custou foi a de Oslo. Seis meses de diversão, amizade, independência num constante hype de alegria culminaram numa dor em Portugal. Durante anos a simples menção da cidade de Oslo apertava-me o coração. Oslo é uma cidade sem qualquer encanto especial tirando ter sido uma das minhas melhores experiências de vida. O local onde confirmei que nasci para o Mundo e aprendi a pensar sobre mim e os outros. A dor de Oslo só foi minorada com a ida para o Japão, como se me queixasse da garganta e de repente ficasse com uma dor de cabeça mais forte, deixei de pensar tanto na garganta. E, no entanto, o Japão foi diferente. Talvez já avisada pela ressaca de Oslo, talvez porque o Japão é mais duro, mais difícil e me sentisse mais sozinha. Em Oslo não me preparei para o embate porque não sabia que ele existia. No Japão passei o tempo todo a tentar proteger-me dele. Não consegui.

Podiam perguntar-me se isso te custa tanto porque raio te enfias em aviões de um lado para o outro? Não consigo evitar. A minha curiosidade é mais forte. A maior parte do tempo penso que é positivo mas muitas vezes gostava de ser menos inquieta. Ou menos emotiva. E pergunto-me porque é que me custa tanto?

Numa semana apenas despedi-me de amigos japoneses para o outro lado do mundo, despedi-me do local onde trabalho e (a lembrança de oslo não era inocente) vou voltar a um dos locais onde fui feliz. Estou numa pilha de nervos criada totalmente por mim. Serei estúpida? Eu devia proteger-me mais destas montanhas russas emocionais em que me enfio mas não consigo.
Até já.

08 March 2006

viagem ao japão

Ontem, por umas horas, estive no Japão. Que bom que foi ouvir japonês. Que bom que foi ouvir o Ando sensei falar, falar no seu tom pausado e o seu british accent. Que bom que foi recordar histórias antigas, ouvir as novidades, saber de amigos deixados longe. Que bom que foi ver tanto japonês apaixonado por Lisboa. Ontem parecia mais uma estrangeira numa noite amena em Lisboa. Ontem encurtei os milhares de km que me separam do Japão. Que bom que foi. Que saudades.

07 March 2006

dos dias inquietos

Gosto da minha vida num turbilhão de sentimentos. É desgastante mas faz-me sentir viva.

dos dias inquietos

Tenho um encontro com os meus professores do Japão em visita supersónica à pátria lusa. Prevê-se um estado de ressaca amanhã, física e espiritual.

dos dias inquietos

Escrever ajuda-me a ordenar os pensamentos. Passo os dias em frente a um computador sem que saia uma palavra. Saiem riscos, linhas, manchas, azulejos, camas, paredes. Tudo menos palavras. Tenho saudades dos dias em que escrevia. Ajudava-me a ordenar os pensamentos.

dos dias inquietos

Escrever é difícil. Escrever dá trabalho. Juntar as letras até vá (até vá mas mal que a minha dislexia exige revisões constantes, e mesmo assim). Juntar as palavras e que juntas façam sentido, é difícil. Gasta-se tempo. E para quê?

01 March 2006

p.s.(a.)m.d.m.
hábito estranho #5

Leio tudo o que vejo à frente. Panfletos, anúncios, ecrans, posters, cartazes, t-shirts, embalagens, tudo o que tiver letras eu leio. O mais ridículo é que fazia o mesmo no Japão onde não percebia nada. Mas tentava.(Sim, era cansativo). Faz-me aflição não conseguir ler.

p.s.(a.)m.d.m.
hábito (afinal não tão) estranho #4

Começo a ler as revistas pelo fim. (É quando penso que até me poderia dar bem se soubesse ler japonês ou árabe)

p.s.(a.)m.d.m.
hábito estranho #3

Quando algo me chateia, irrita ou entristece a sério penso como sentirei esse assunto daí a um ano. Se concluir que será uma lembrança ténue relativizo logo a coisa. Se concluir que continuará a incomodar-me, dói ainda mais na altura.
(O que me vale é que confio muito na minha má memória)

p.s.(a.)m.d.m.
hábito estranho #2

Quanto estou meio melancólica cultivo a onda depressiva com músicas tristes (qualquer coisa perto tindersticks, chopin, aimee mann, grandaddy). Já acabei a rir com tanto blue mood concentrado.

para saberem (ainda) mais de mim
hábito (afinal não tão) estranho #1

Guardo religiosamente agendas de anos anteriores e frequentemente abro-as para saber o que estava a fazer no mesmo dia no ano anterior.

Agora faço o mesmo com o blog.

para saberem mais de mim

Via Quebra

Four jobs I've had:

1. Voluntária aos gritos na Expo
2. Voluntária caladinha
3. Explicadora de Português a japoneses
4. Brincar aos arquitectos

Four movies I can watch over and over:

1. Out of Africa
2. Cinema Paraíso
3. Before Sunrise
4. High Fidelity

Four places I've lived:

1. Oslo
2. Chiba
3. Tokyo
4. Lisboa, Lisboa, Lisboa

Four places I'd like to live:

1. New York
2. Estocolmo
3. Istambul
4. Barcelona

Four TV shows I love:

1. 24
2. 6 Feet Under
3. Lost
4. Sex & City
Posso continuar?
5. Seinfeld
6. CSI
7. Jack & Jill
8. Simpsons
9. E outros tantos.


Four places I've vacationed (moving from one to the other):

1. Inter-rail com as amigas (melhor parte: viagem nocturna freaky entre nice e irun)
2. Tokyo-Kyoto sozinha em 10 horas e 7 mudanças de comboio
3. Londres-Oslo com os melhores companheiros de viagem de sempre (um velhote norueguês e um americano a resmungar c os preços do alcool noruegueses - e devidamente bastecido no freeport de heathrow)
4. Tallin-Estocolmo com 2 australianos que estavam a dar uma volta ao mundo (e uma garrafa de tequilla amiga!)

Four of my favorite dishes:

1. Bife Pimenta
2. Pizza (I'm sooo easy)
3. Sopa
4. Sushi (of course!)

Four sites I visit daily:

1. Mais do que devia

Four places I would rather be right now:

1. Right now? pode parecer estranho mas estou bem onde estou.
2. Ok, ao spa em Bali não dizia que não.

Four bloggers I am tagging:

1. Nenhum e todos! Sintam-se à vontade! Queremos saber coisas!

27 February 2006

a ponte

É um daqueles dias em que podia proferir impropérios a quem me faz ir trabalhar num dia que metade da cidade ficou em casa. E no entanto, num dia como este, agradeço a quem me fez levantar cedo da cama para aproveitar os momentos soalheiros desta manhã de primavera em Fevereiro nesta cidade meio vazia.

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