05 July 2005

freedom for my people

Aaaaahhhhhhh... um sentimento parecido com um mergulho no mar em dia quente.
Finalmente terminei a fantástica pesquisa para Tokyo que andava a derreter o meu cérebro desde que cheguei. Um texto de 45 páginas em inglês sobre as iniciativas japonesas no campo da arquitectura sustentável. 45 páginas que ninguém quer ler. O professor do Japão não quer receber. O professor português só quer saber se o professor japonês recebeu. No meio deste interesse estonteante sobre a minha pesquisa, resta-me o que é mais importante: 45 páginas de conhecimento. Para mim. Toma!
Então, como foi o Japão?
Sabes, parece que nunca fui.

30 June 2005

eu tenho dois amores...

...em simbiose numa música...

O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer

Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!

Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...

Poema de Fernando Pessoa, cantado por Camané.

29 June 2005

fading out

Quando eu era uma miúda cosmopolita e vivia na capital mais cara do mundo tinha muito mais glamour. A aura do exotismo asiático impressionava qualquer um. Agora que voltei já não tenho a mesma graça, o brilho está mais baço…
Continuo a receber as informações semanais do sitemer do from tokyo with love. É melancólico assistir à progressiva redução do número de visitantes, se bem que para os meus pârametros 20 visitas diárias, quando já encerrei o blog há mais de um mês, não está nada mal!!
Por isso, para vós que continuam fascinados pelo Japão e lamentam que eu não continue por lá a mandar notícias vou deixar-vos uns blogs de malta que ainda anda por lá…
Faz também parte da minha nova campanha vamos-falar-inglês-porque-dá-pinta-e-ajuda-o-estrangeiro-perdido porque são todos em inglês:
An Englishman in Nyu-Gun
Man In Japan
Undercover in Japan
I'm Still in Japan

E desse grande maluco que é o Masa, o Japão visto por um Japonês muito observador!
MasaMania!

Keep enjoying Japan!

28 June 2005

antes que me esqueça

Antes de voltar a estar completamente integrada na sociedade portuguesa um post para a posterioridade sobre o hábito mais odioso do macho que se diz homem. E não, não é escarrar, embora também não seja agradável.
É o piropo foleiro, a boquinha manhosa, o beijinho soprado ao ouvido, todos os “olá beleza”, “dava uma voltas contigo”, “fiuuu, fiuuuu”, “posso-te conhecer?” etc etc que qualquer “vai ver se estou na esquina” só atiça mais piropos agora gritados até ao fim da rua. Isto só para mencionar os mais softs que este é um blog autorizado para todas as idade.
Não, não faz bem ao ego. Não, não tem piada. É arrogante. É má-criação. Transforma as mulheres em coisas. É abusivo. É castrador. Vai uma babe como eu a pensar em como resolver o défice e ... “comia-te toda”... Quê? 3 x 6 são 18... Quê?
Principalmente agora no Verão que, com o calor, só queremos andar de mini-saia e top e antes de abrir o armário... “este não pode ser porque há uma obra no fim da rua”, “...este é muito decotado e depois passo naquela oficina e... naaaa”, saia muito curta, calça muito justa... “querido, diz-me onde é que arrumei a burka?”.
Sim, sim, digam-me que posso ignorá-los à vontade. Por isso até já ponho o meu iPod aos gritos. Mas não posso (faz mal ao ouvido). O desconforto cola-se. É nojento. Corria à paulada todos esses anormais.

A verdade é que acabamos por pôr todos no mesmo saco. Dizia-me um amigo meu português em Tokyo que as miúdas portuguesas estão sempre na defensiva e são brutas quando alguém tenta meter conversa. É verdade e podia ser diferente mas são anos a sobreviver aos trolhas e nerds, a pôr o nariz no ar e fazer ar indiferente para mostrar como somos superiores a todas as merdas que somos obrigadas a ouvir na rua.
Como uma vez que ignorei, com ar petulante, o senhor tão bem educado daqueles que levantava o chapéu e disse “Boa tarde, menina” e estão em vias de extinção. Eu é que fui a mal-educada.
Perde-se o à-vontade e, se calhar, um monte de rapazes interessantes.

Ps: sim, eu sei que é um fenómeno não exclusivamente português mas é por aqui que agora me passeio.

sobre o "arrastão"

O Daniel, neste post, mostra um ponto de vista diferente do que tem sido discutido nos media.
Um tema muito difundido no meio de arquitectos (e sociólogos talvez?) mas muito pouco discutido pelo público em geral é a importância do desenho urbano, do espaço onde vivemos, nos comportamentos sociais.
Re-alojar camadas pobres todos no mesmo sítio e de preferência um pouco longe da cidade, não é resolver problema nenhum mas prolongar ou piorar problemas de exclusão.
Os estigmas de bairros, de grupos, colam-se violentamente e é preciso apresentar soluções, é preciso integrar. E é preciso mudar a maneira de olhar e pensar sobre esses “criminosos”.
Ao texto do Daniel apenas cito o que Brecht uma vez disse, e que ironicamente também menciona arrastões:
Do rio que tudo arrasta se diz que é violento,
mas ninguém diz violentas as margens que o oprimem

25 June 2005

my own local desperate house wifes

Desde que fiquei fanática desta série, a minha rua adquiriu uma nova dinâmica. Na minha cabeça, está claro.
Agora, as cuscas à janela já não são mera decoração, agora entretenho-me a imaginar vidas obscuras, cheias de mentira e traição. Imagino quem tenha envolvimentos sórdidos com o carteiro (que isto não é suburbia americana, logo não há jardins quanto mais jardineiros), complots de porteiras, reuniões mafiosas no café do prédio ao lado...
Sim, a minha rua tem muito mais emoção agora. yeah!

23 June 2005

GERTiL: menos estética, mais ética

O GERTiL (Grupo de Estudos de Reconstrução – Timor Leste) foi criado em 2000, na altura do processo de independência de Timor Leste, com o apoio do Comissariado de Apoio à Transição de Timor Leste e da Faculdade de Arquitectura de Lisboa.
Não estou muito por dentro da estrutura, não sei exactamente como funciona.
Mas sei que, desde então, tem desenvolvido inúmeros projectos em diferentes áreas, adquirindo uma importância crucial no processo de reconstrução e desenvolvimento de Timor. O projectos desenvolvidos são frutos das necessidades de Timor desde a reconstrução de escolas (Escola de Vila Verde) à criação de edifícios públicos desta nova nação tão diversos como o Edifício da Presidência da República, o Centro Cultural Uma Fukun, a Administração e Infantário da Santa Casa da Misericórdia, Maternidade-escola ou a Cúria Diocesana de Díli. Nos projectos de arquitectura é notória uma sensibilidade para as tradições locais, para os recursos locais e condições ambientais locais.
Foram também desenvolvidos projectos de design de equipamento escolar, de design gráfico, com a criação de logotipos para a Timor Telecom, para o Turismo de Timor Leste (inserido num estudo mais aprofundado do potencial turístico de Timor Leste que incluiu também a criação de um cd-rom multimédia e interactivo para a promoção e divulgação de Timor Leste).
O GERTiL teve ainda uma acção fundamental no levantamento geográfico da ilha, no recolhimento e organização de bases de dados que levou à elaboração do Atlas de Timor Leste.
É extremamente estimulante ver um projecto tão ambicioso a funcionar com certamente reduzidos meios e recursos financeiros.

Sabe, quem estudou (ou estuda) na FA-UTL que, a maior parte do esforço é dispendido em intrigas, traições e despedimentos de pessoas capazes, que vão mantendo a faculdade numa telenovela latino-americana. Aliás, reviravoltas rocambolescas, com despedimentos em massa, atingiram o GERTiL, mas não destruiram a sua missão, muito menos a sua importância
Grupos de estudo como o GERTiL são exemplos felizes de como as Faculdades podem ter um papel dinâmico e interveniente, e de como os arquitectos podem assumir o seu papel social.
Fazer arquitectura em Timor deve ser um estímulo. Participar num processo de (re)construção de um país e sentir que o que fazemos tem realmente importância e melhora a vida das pessoas. Precisam de ajuda, dj farfalha?

if you want somethin’ don’t ask for nothing

Li no blog. Ouvi 2 músicas, uma no blog, outra na radar. Procurei-os na fnac chiado. Esgotado. Mas há dias de ideias fixas. Não, é hoje. Já adiaste demais, minha menina. Procurei-os na fnac colombo. Encontrei. Ouvi. E a minha vida melhorou. Bastante. Comprei. Arcade Fire. I’m loving it. Thank you boys!

22 June 2005

vida de rockstar

Tem um glamour do caraças a vida da estrela de rock portuguesa.
Diz o Gomo ontem, em concerto na fnac colombo:
"...o concerto não pode ser muito grande porque eu estou a trabalhar (...) [e] tenho que voltar para o jornal..."
Só faltava que trabalhasse na secção de necrologia!
Ooohh, I'm feeelliinnggg alliiiveee!!

viva o verão, o tanas!

Isto não é Verão, isto é o Inferno, nem à noite se respira.
Toda a gente sabe que o sol só devia brilhar com esta pujança quando se põe o pé na areia. Enquanto nos arrastamos no alcatrão e na calçada, POR FAVOR baixem o termostato! Aqui ainda há quem queira pensar!
A Primavera, essa sim é benvinda!
É no Verão que eu gosto da Escandinávia!

silly silly

jude

Houvessem mais homens como este a passear por Lisboa e eu até suportava este calor insuportável...
Jude, do you like sushi?

21 June 2005

sem amor sou nada senhor

Parecia mais um dia normal em Portugal continental. Até que chegámos a Fátima. Seguindo em carreiro atrás de alguém que deveria saber o caminho para o casamento somos apanhados em plena Via Sacra chocando com peregrinos em procissões atrás de procissões...

...o que se seguiu podia muito bem ser um sketch do gato fedorento...


“olhe que não pode trazer o carro para aqui!”
“mas onde é a capela dos húngaros?”
“mal-educados”
“peço desculpa, não sabia...”
“sem amoooooorrr ssooouuuu naaadddaaaaaa sseeennhhooooorrr”
“olhe chegue o carro para ai para a procissão passar”
“ai, vai bater no muro”
“sem amoooooorrr ssooouuuu naaadddaaaaaa sseeennhhooooorrr”
“olhe vire tudo para a direita”
“não, ouça-me, desfaça para a esquerda”
“ai, vai bater no muro”
“mas os carros podem entrar aqui?”
“sem amoooooorrr ssooouuuu naaadddaaaaaa sseeennhhooooorrr”
“a irmã sabe-me indicar onde é a capela dos húngaros?”
“sem amoooooorrr ssooouuuu naaadddaaaaaa sseeennhhooooorrr”
“faça marcha atrás e tire o carro daqui”
“mas não posso atropelar pessoas”
(a mãe da noiva passa por nós histérica – ai que desgraça, como é que saímos daqui?! Eu vou a pé, até já!)
“sem amoooooorrr ssooouuuu naaadddaaaaaa sseeennhhooooorrr”
“olhe, não sei se aquele é seu colega mas deve estar bêbado, já foi de encontro ao muro”
“seeem amoooooorrr ssooouuuu naaadddaaaaaa sseeennhhooooorrr”
“seeem amoooooorrr ssooouuuu naaadddaaaaaa sseeennhhooooorrr”

O próximo 13 de Maio não perco por nada!

19 June 2005

Serei a UNICA que ainda chama Vidas à revista suplemento do Expresso?

15 June 2005

here we go, girls

Over 70% of Single Women Happily Unmarried [and could stay that way forever]

"Over 70 percent of single women in Japan are satisfied with their lives, according to a nationwide questionnaire survey on marriage that was conducted in February 2005 by Yomiuri Shimbun, one of Japan's largest daily newspapers.

To the question, 'Do you agree that women can spend their lives happily without getting married?' 69 percent of unmarried respondents agreed. This exceeds the 50 percent of married people who answered yes to this question. Of single respondents, 73 percent women agreed, up 10 percentage points from the previous survey in 2003, and 67 percent of men agreed. Broken down by age bracket, 74 percent of respondents in their 20s, 66 percent in their 30s, and 58 percent in their 40s agreed that women can be happy without marrying.

To the question 'Do you think that the increasing tendency to marry later in life is a major social concern?' 58 percent of the respondents agreed, exceeding the 40 percent of respondents who disagreed. Multiple answers were allowed with respect to background factors bearing on late marriage; the top two reasons chosen by respondents were; 'An increased number of women participate in society' (67 percent), and 'Fewer people place importance on the concept of marriageable age' (52 percent).

These results show that single women tend to think positively about staying unmarried or marrying later. This is thought to be one of the factors behind a growing tendency to put off marriage. Many also think that this trend toward late marriage is contributing to the decline in the birthrate."

in http://www.japanfs.org

Se em Portugal já é uma tarefa homérica, no Japão é muito complicado ser mãe trabalhadora. A verdade é que, mesmo com boa vontade dos homens pela igualdade de direitos, o sistema japonês dificulta e muito que uma jovem mãe mantenha o seu posto de trabalho. Os empregos são a horas de distância de comboio, as creches praticamente inexistentes, e a divisão de tarefas com maridos que trabalham cerca de 15 horas por dia uma utopia.
O modelo vigente da família japonesa é o salaryman que se esfalfa pela empresa, faz tudo pela empresa, por que a empresa está em primeiro lugar, com a sua esposa japonesa que, na sua moradia nos subúrbios, toma conta das crianças e da casa toda a vida. No Japão são os homens que trabalham com o fundamental suporte da família.
Não será preciso saber muito para se ver que este modelo não agrada a muitas mulheres e, se ainda se há muita pressão social para que a mulher japonesa se case, a verdade é que são cada vez mais as que se revoltam contra esse espartilho, principalmente nas grandes áreas urbanas. E quantas mais forem, mais força vão dar às outras.
A diferença crucial do Japão para Portugal é a independência financeira. Quem trabalha tem condições seja para manter uma família (homem), seja para se manter sozinha (mulher). Não é esta miséria portuguesa em que os salários se gastam em comida no supermercado...
E claro que se vai tornar num problema social, porque com o não-casamento não vêm as crianças...

Mas será essa a única solução para a independência feminina? Ficar sozinha?
E porque é que se casam as mulheres (e os homens!) em Portugal?

Há muitos anos o Japão estabeleceu um modelo de sociedade que funcionava para eles. Tanto funcionou que os tornou na segunda maior economia mundial. Agora é assistir ao lento desagregar duma sociedade que não encontra em si própria a vontade de adaptar o sistema. Novas famílias, novas maneiras de trabalhar, viver, comunicar. It's time to move on, dudes!

14 June 2005

um fim-de-semana de vida e morte 4

E finalmente a vida, a minha vida.
Acho que contribui para a minha forte ligação a Lisboa o facto de ter nascido no dia de Santo António. No dia em que é sempre feriado. No dia, na noite em que Lisboa se treslouca pelos bairros populares. Na noite em que o Castelo parece o metro de Tokyo em hora de ponta e se encontram amigos ao acaso. Na noite em que é possível ter uma rua inteira a cantar-te os Parabéns...
No mesmo dia de Vieira da Silva (1908). No mesmo dia de Fernando Pessoa (1888).

Eu nasci numa sexta-feira 13, mas considero-me uma miúda cheia de sorte!

um fim-de-semana de vida e morte 3

cunhal

"(...)É bom que jamais percam a necessidade e o gosto de escrever, de pintar, de tocar um instrumento, de mesmo em silêncio, sem assim se chamarem, continuarem a ser artistas."

Álvaro Cunhal

in tv callas

um fim-de-semana de vida e morte 2

Passamos pelas coisas sem as ver,
gastos, como animais envelhecidos:
se alguém chama por nós não respondemos,
se alguém nos pede amor não estremecemos,
como frutos de sombra sem sabor,
vamos caindo ao chão, apodrecidos.

Rotina, Eugénio de Andrade

um fim-de-semana de vida e morte 1

No Verão, costumo ser arrastada para umas sardinhadas de amigos do meu pai em que as pessoas mais próximas da minha idade ou têm 2 meses ou 43 anos... e que em geral são uma grandessíssima seca, não fosse a praia ali tão perto, para a qual me escapo dissimuladamente. O pior é que me estou a aproximar perigosamente da idade em que devo fazer companhia aos mais velhos que estão invariavelmente separados por sexos, as mulheres falando de casas e receitas e os homens de política... One day freedom will come.

Há uns anos, cheguei mais cedo a essa efeméride e, para além dos donos da casa atarefados, estava lá um velhinho simpático com quem troquei umas poucas palavras. Quando a festa se compôs, reparei que todos tratavam o velhinho com uma certa deferência... (discretamente:)"Pai, quem é aquele senhor?" ...Sara! O General Vasco Gonçalves... Ok, sorry! E...

Agora ouço o mal que fez ao país, o bem que fez ao país, sei lá o que fez ao país mas eu só consigo ver o velhinho ali sentado debaixo da árvore e só sei que não me importava de morrer assim a nadar numa piscina aos 80 e tal anos...

11 June 2005

"it's been so long since I've been around"

Saio para a noite lisboeta com a minha canon. "Pessoal, vou registar a noite de hoje!" "Ah... é para o blog..."
Caramba, não, não é para o blog, até porque não consigo pôr fotos naquela coisa...
Saí para a noite lisboeta com a minha canon porque ter uma máquina na mão ajuda-me a olhar à minha volta, ficou-me o hábito do Japão e agora talvez me ajude a redescobrir Lisboa...
Lisboa é pequena. Andamos. A baixa, ginginha (com ou sem?), a rua augusta, o arco, campo das cebolas animado pelos bailaricos, o cantor pimba, encontros, farturas e pregos, alfama e sé, despedidas de solteiro (eu vim de braga, pah!), bairro alto, chiado e multibancos, táxis e encontros, lux e tostas mistas, mais encontros...
Lisboa é pequena. No lux com nova decoração (para mim, compreenda-se) sem conhecer ninguém, reconheço tanta gente... Olha o meu vizinho... não é o gajo dos the gift... aquele era da minha escola... e estes não eram da faculdade? O estágio já acabaste?
Continuo a disparar a minha canon. "Ah, é para o blog..." diz-me outro , Raios não é nada para o blog! "Olha eu gostava do teu blog"... "Hmmm, e qual é o teu?... Então és tu..."
O desfile prossegue... Sim é o zé diogo quintela... e o tipo da Blockbuster... Vamos lá para baixo... vou à varanda apanhar ar... Quê? Aquilo é luz lá fora?... Já é de dia?... Vamos ver o nascer do sol!... Ooops... too late... Que horas são? Boa... vou de autocarro para casa.
Tentar manter um ar decente porque me sinto envergonhada ao cruzar-me com toda aquela gente que apesar de ser feriado e sete da manhã vai trabalhar.
Continuo a disparar a minha canon. Os restauradores de manhã são bonitos...
Se calhar ainda ponho umas fotos no blog.

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